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«Formosa Sintra, onde alto, as águias pairam, Sintra das solidões! beijo da Terra! Sintra dos noivos que, ao luar, desvairam, Que vão fazer o seu ninho na serra... Sintra do Mar! Sintra de Lord Byron, Meu nobre Camarada de Inglaterra! Sintra dos Moiros com os seus adarves, E, ao longe, em frente, o Reino dos Algarves!» António Nobre, DESPEDIDAS.
Magnífico registo, no Claustro do Convento.
ResponderEliminarCaro António.
ResponderEliminarA apresentação do blogue é magnifica e o nome muito poético. Estive p/ criar o meu, mas fica para a ajuda sua ou do primo João, pois não sei introduzir ilustrações.
Parabéns. Um enorme abraço sempre AMIGO,
Luís.
Caro Luis Lawrence Oram Soares,
ResponderEliminarAdoraria ver e ler o seu livro, Palácios e quintas de Sintra.
Um grande abraço,
Theresa (Calvet de Magalhães)
Cara Theresa,
EliminarPeço-lhe o favor de me contactar através do endereço safarujo@gmail.com, para que lhe possa responder em privado.
Atenciosamente,
António Lourenço